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Canadá: venda legal de maconha pode gerar receita de US$ 3,5 bi

Primeiro-ministro Justin Trudeau defende que arrecadação seja revertida à saúde pública

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Consumidor fuma cigarro de maconha com tabaco em loja no estado de Washington, nos EUA, onde a droga já é legalizada. - Nick Adams / REUTERS

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TORONTO - Um relatório divulgado nesta sexta-feira pela CIBC Mercados Mundiais aponta que os governos federal e municipais do Canadá podem arrecadar cerca de US$ 3,5 bilhões por ano em receitas fiscais provenientes da venda de maconha legal.

O economista do CIBC Avery Shenfeld chegou ao número a partir de estimativas do consumo canadense de maconha recreativa e da experiência de estados dos EUA onde a maconha já é legalizada.

“O que se conclui é que os governos federal e municipais podem arrecadar até US$ 3,5 bilhões com a legalização. Mas somente se todas as vendas do mercado-negro forem efetivamente cerceadas”, escreveu Shenfeld. “Ao todo, esse valor representa cerca de um quarto do PIB”, acrescentou.

Líder do Partido Liberal, o primeiro-ministro Justin Trudeau prometeu legalizar, tributar e regulamentar a maconha, e fez do ex-chefe de polícia de Toronto, Bill Blair, líder da investigação de um novo modelo regulatório. Trudeau defende ainda que o dinheiro proveniente da legalização seja convertido em investimentos na saúde pública e em casas de reabilitação.

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“A proposta nunca foi sobre dinheiro, e sim sobre saúde e segurança pública”, afirmou, em dezembro, o primeiro-ministro em entrevista.

Ainda segundo o relatório, a legalização nos estados de Colorado e Washington, nos EUA, não sugere um aumento significativo do uso da droga. Revela, por outro lado, um potencial turismo em busca da maconha. “Um maior fluxo de turismo por conta da maconha será questionado, sem dúvidas, mas geraria ainda mais receita para o governo”, comentou Shenfeld.

Shenfeld sugere, porém, que as economias com a redução da aplicação da lei podem não se concretizar, devido às obrigações internacionais de impedir exportações de maconha e à contenção do mercado negro. “Os déficits não vão simplesmente desaparecer”, conclui.

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Guia de importacion Colombia. Internacionalizacion SPRI

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  • danielaadrianza92
    Daniela Adrianza

Guia de importacion Colombia. Internacionalizacion SPRI

  1. 1. www.spri.esAGENCIA VASCA DE DESARROLLO EMPRESARIAL Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 1 Bienvenido GUÍA PARA IMPORTAR EN COLOMBIA
  2. 2. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 2 CONTENIDO PRESENTACION OBJETIVOS INTRODUCCION DEFINICIONES RELACIONADAS CON IMPORTACION MODALIDADES DE IMPORTACION DIAGRAMA : PASOS DE UNA IMPORTACION ORDINARIA PASOS PARA EFECTUAR UNA IMPORTACION ORDINARIA 1. Estudio de mercado y de la factibilidad económica de la importación, 2. Trámite del Registro Sanitario, autorización expresa o inscripción ante alguna entidad, 3. Trámite del Registro o Licencia de Importación, 4. Pago de la importación ( reembolso ), 5. Contratación de Sociedad Certificadora. 6. Despacho de la mercancía 7. Llegada de la mercancia a puerto nacional. 8. Trámites de Nacionalización de la mercancía 9. Modificaciones a los registros o licencias de importación ANEXOS 1. Lista de bienes de capital 2. Productos que requieren el visto bueno previo del Ministerio de Agricultura 3. Productos que requieren el cumplimiento de Norma Técnica colombiana 4. Importaciones a Través de INDUMIL
  3. 3. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 3 PRESENTACION La época actual se caracteriza, entre otros, por la necesidad de disponer de información actualizada y confiable, a partir de la cual los agentes económicos puedan tomar las decisiones que se requieren en un mundo altamente competitivo. De esta manera, quienes disponen de información cuentan con ventajas comparativas frente a los demás. De otro lado, y frente al proceso de apertura y globalizaci6n de la economía colombiana, se necesita que los procesos y trámites para el comercio exterior sean sencillos y ágiles, con el objetivo de brindarles a los importadores y exportadores las mejores condiciones de competitividad en los mercados nacionales e internacionales. En armonía con lo anterior, el Instituto Colombiano de Comercio Exterior, INCOMEX, trabaja en estos dos aspectos, manejando y flexibilizando todos los trámites que son de su competencia. Sin embargo, es indispensable que se brinde mayor ilustración a los usuarios en cuanto a requisitos, trámites y condiciones del comercio exterior, factores que se deben conocer ampliamente para adelantar las gestiones en forma eficiente y con los menores costos. Esta guía recoge los aspectos principales del tema a tratar y la manera amena como se presenta facilita su lectura y comprensión. Solamente esperamos que este esfuerzo produzca los resultados propuestos, para que más usuarios puedan formar parte de este importante sector de la economía nacional. DIRECCION GENERAL OBJETIVOS Los objetivos de esta guía son: 1. Servir de instrumento de apoyo a los usuarios que deseen efectuar importaciones, en el trámite que deben adelantar ante diferentes entidades del Estado. 2. Definir algunos conceptos básicos utilizados en Comercio Exterior, facilitando de esta forma la comprensión del tema. INTRODUCCION El proceso de INTERNACIONALIZACION de la economía, ha significado para el Comercio Exterior colombiano un cambio profundo. Con la Ley Marco de Comercio Exterior, Ley 7a. de enero 16 de 1991, se creó el Consejo Superior de Comercio Exterior, el Ministerio de Comercio Exterior y el Banco de Comercio Exterior, así mismo, se reorganizaron las entidades del sector, entre ellas el Instituto Colombiano de Comercio Exterior - INCOMEX. La Ley Marco estableció los criterios generales de política de Comercio Exterior, algunos de sus objetivos son: - Impulsar la internacionalización de la economía colombiana para lograr un ritmo creciente y sostenido de desarrollo. - Impulsar la modernización y la eficiencia de la producción local, para mejorar su competitividad internacional y satisfacer adecuadamente las necesidades del consumidor. - Apoyar y facilitar la iniciativa privada y la gestión de distintos agentes económicos en las operaciones de comercio exterior. - Coordinar las políticas en materia de comercio exterior con las políticas arancelaria, cambiaria y fiscal.
  4. 4. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 4 En desarrollo de estos objetivos, se han venido tomando medidas tendientes a profundizar el proceso de integración económica, ejemplo de ello los Acuerdos de Complementación Económica con Chile y Argentina, el programa de desgravación entre los países miembros del Acuerdo de Cartagena, el Tratado de Libre Comercio entre Colombia, Venezuela y México ( G-3 ), el Acuerdo sobre Comercio y Cooperación Económica y Técnica con los países del CARICOM ( Mercado Común del Caribe ) y los Acuerdos de Alcance Parcial con Panamá y Cuba, así como los avances obtenidos en las negociaciones de un Acuerdo de Libre Comercio entre Colombia, Venezuela y el Mercado Común Centroamericano y el Acuerdo de Complementación Económica que se adelanta entre la Comunidad Andina y el Mercosur ( Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay ). Por otro lado, se ha desarrollado una reestructuración económica del país, comprendiendo entre otros el sector laboral, el régimen cambiario, la infraestuctura vial, férrea y portuaria y el sistema financiero, medidas que han favorecido las operaciones de importación en los siguientes aspectos: - Se ha eliminado casi en su totalidad la lista de productos sometidos al régimen de licencia previa. En ella se mantienen los insumos utilizados en el procesamiento de drogas que produzcan dependencia física o síquica, productos controlados por razones de seguridad nacional, los bienes usados, imperfectos, reconstruidos, o saldos de inventario. - El trámite de una solicitud de importación bajo el régimen de licencia previa, le toma al Comité de Importaciones aproximadamente tres días hábiles. - Se disminuyó progresivamente la sobretasa aplicada a las importaciones hasta alcanzar un nivel del 5%, unificándose con el gravamen arancelario a partir de febrero de 1992. - Se disminuyeron los niveles porcentuales de gravamen arancelario, excepto para los automóviles ( 35% ). El nivel máximo actualmente es del 20 % para bienes manufacturados que tienen producción nacional. - Mediante la exención del gravamen arancelario y/o la exclusión del IVA, se han estimulado las importaciones de bienes de capital, de materias primas para la industrias farmacéutica y de fertilizantes, las que se realicen para los sectores de salud y educación, las destinadas para la industria de la pesca y al mejoramiento del medio ambiente. - El desarrollo de la Ley 9a. de enero 17 de 1.991, denominada reforma cambiaria, ha facilitado las operaciones que deben realizar los importadores, las cuales pueden efectuarse directamente a través de los intermediarios financieros autorizados por el Banco de la República. - A nivel de las entidades de comercio exterior, se viene laborando en la racionalización y agilización de los procedimientos administrativos. Claro ejemplo de estos procesos son principalmente: 1. Disminución en los tiempos de estudio de las importaciones que siguen el régimen de licencia previa y de libre importación. 2. Agilización y unificación de los procedimientos relacionados con los Sistemas Especiales de Importación - Exportación, modernizando además éste mecanismo dándole cabida a los programas de repuestos. 3. Instalación en la Regional del INCOMEX en Santafé de Bogotá, de una oficina del Instituto Nacional de Vigilancia de Alimentos y Medicamentos " INVIMA" , con el objeto de que allí se expida el Vo Bo requerido para la importación de algunos bienes. 4. Simplificación y agilización de los trámites de aduana y de pago de los tributos aduaneros.
  5. 5. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 5 5. Eliminación de los trámites previos al registro de importación para algunos productos ante entidades como la Aeronaútica Civil, el Ministerio de comunicaciones y el Instituto Colombiano Agropecuario. Finalmente, con el objeto de impedir que la falta de control en las importaciones cause daño al productor nacional y se constituya en fuente de competencia desleal y de lavado de activos, el Gobierno Nacional ha expedido las siguientes normas que permiten al INCOMEX intervenir directamente en favor de la competencia leal: Decreto 299/95: " Estatuto Antidumping": El cual permite restablecer las condiciones de competencia distorsionadas por el dumping o los subsidios. Decreto 809/94: Permite la aplicación de cláusulas de salvaguardia, que son medidas de carácter excepcional y transitorio que se aplican temporalmente con el fin de impedir que altos volúmenes de importación causen perjuicio grave a una rama de la producción nacional. Ley 383/97: Permite al INCOMEX verificar la información de las solicitudes de licencia o de registro de importación, cuando exista diferencia entre el precio declarado y los precios oficiales o de referencia, postergando el trámite de la solicitud. Decreto 152/98. Establece el procedimiento y criterios para la adopción de medidas de Salvaguardia General, Salvaguardia de Transición para los productos del Acuerdo sobre textiles y el vestido y, Salvaguardia Especial para productos agropecuarios. Circulares Externas del INCOMEX Nos. 81 y 95 de julio 16 y agosto 15 de 1997: Control de precios DEFINICIONES RELATIVAS A LA IMPORTACION IMPORTACION. Es la introducción de mercancías procedentes de otros países o de zona franca industrial colombiana al resto del territorio aduanero nacional. LEVANTE.Es el acto por el cual la Aduana permite el retiro y disposición de mercancías que son objeto de despacho. Para conceder el levante de la mercancía, la autoridad verificará que su importación esté precedida de licencia o registro cuando la norma sobre la materia lo exija. DERECHOS DE ADUANA. Son todos los derechos, emolumentos, impuestos, contribuciones, tasas, gravámenes de cualquier clase, los derechos antidumping o compensatorios y todo pago que se fije o se exija, directa o indirectamente, por la importación de mercancías al territorio nacional o en relación con dicha importación, lo mismo que toda clase de derechos de timbre, o gravámenes que se exijan o se tasen respecto a los documentos requeridos para la importación o que en cualquier otra forma tuvieren relación con la misma. No se consideran derechos de aduana el impuesto sobre las ventas causado con la importación, las sanciones, las multas y los recargos al precio de los servicios prestados. El Decreto 1909 de 1.992 recoge bajo la expresión "tributos aduaneros", los derechos de aduana y el impuesto sobre las ventas ( IVA ). GRAVAMENES ARANCELARIOS. Son los derechos contemplados en el Arancel de Aduanas. SOBORDO. O Manifiesto de Carga, es el documento que elaboran las compañías de transporte relacionando la carga recibida en cada puerto, dicho documento debe ser presentado ante la Aduana respectiva, para que ésta proceda a afectuar el recibo de la mercancía.
  6. 6. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 6 VALOR EN ADUANA. Valor a considerar como base gravable para la aplicación de los derechos de aduana causados por la importación de las mercancías y para la determinación del impuesto al valor agregado IVA. Este concepto incluye la totalidad del importe de los siguientes elementos: gastos de transporte hasta el puerto o lugar de importación, gastos de carga, descarga y manipulación ocasionados por el transporte de las mercancías importadas hasta el puerto o lugar de importación y el costo del seguro. TERMINOS DE COMPRAVENTA INTERNACIONAL FOB. ( FREE ON BOARD - FRANCO A BORDO) Significa que el vendedor ha cumplido con sus obligaciones contractuales cuando la mercancía haya pasado la borda del buque en el puerto de embarque designado. Este término, impone al vendedor la obligación de cumplir por su cuenta con los trámites aduaneros respectivos, y solo puede ser utilizado en el transporte fluvial y marítimo Cuando en transporte marítimo especializado y por razones especiales, como el transporte en contenedores o en buques ro/ro no tiene sentido el concepto de "cruzar la borda", es preferible utilizar el término FCA. FCA. ( FREE CARRIER - FRANCO TRANSPORTISTA). Este término significa, que el vendedor cumple con su obligación contractual, una vez que le haya entregado los bienes al transportador designado por el comprador, en el lugar designado, habiendo cumplido con las formalidades de Aduana. Si el vendedor debe obtener o contratar el transporte, el vendedor actúa por cuenta y riesgo del comprador. El término FCA puede ser utilizado para cualquier tipo de transporte, ya que como: "Carrier" se entiende cualquier persona que bajo un contrato de transporte se compromete a procurar el transporte de los bienes a su destino designado, sea por tierra, mar, aire o una combinación de los anteriores. Igualmente puede ser un embarcador (forwarder) designado por el comprador. "Transport terminal" se entiende una estación férrea, un patio de contenedores (container yard), un lugar de consolidación (freight station), un patio de recibo para transporte multimodal o cualquier instalación similar dispuesta al recibo de mercancía para su posterior embarque. "Container" es cualquier equipo utilizado para unitizar carga, bien sea de medidas estandar o no y cubre flats,, trilers, iglus, etc, sin considerar para que tipo de transporte son usados. CFR. ( COST AND FREIGHT - COSTO Y FLETE ) Significa que el vendedor debe asumir los costos y los fletes necesarios para colocar la mercancía en el puerto de destino designado, aunque solo asume la responsabilidad hasta el momento en que la mercancía cruce la borda del buque. Casos adicionales que se ocasionen como resultado de un hecho, del cual el vendedor no es responsable, serán por cuenta del comprador. El vendedor debe asumir los trámites de exportación. El término CFR se utiliza únicamente en el transporte fluvial y marítimo y aún en este caso, en el evento de que el concepto "cruzar la borda" no tenga aplicación (contenedores, etc), es preferible utilizar el término CPT. CIF. ( COST, INSURANCE AND FREIGHT - COSTO, SEGURO Y FLETES ). Término de negociación internacional que significa que el vendedor en adición a las obligaciones que asume bajo el término CFR, debe contratar un seguro contra los riesgos mínimos del transporte marítimo y cubrir la correspondiente prima. Son igualmente de su cuenta los trámites de aduana. Este término solo es utilizable en el transporte fluvial y marítimo. Igualmente como en otros casos, solo tiene exacta aplicación, cuando el concepto de cruzar la borda" (en donde transfiere el riesgo
  7. 7. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 7 al comprador) tenga significado y sea práctico. En todos los demás casos es preferible utilizar el término CIP. CPT. ( CARRIAGE PAID TO - TRANSPORTE PAGADO HASTA ). Significa que el vendedor debe pagar los fletes hasta el punto designado de destino. El riesgo por daños o pérdidas, se transfiere al comprador, desde el momento en que el vendedor haya entregado la mercancía al transportador. El vendedor asume los costos de los trámites aduaneros de exportación. En el evento de varios transportadores (transporte combinado), el riesgo se transfiere en el momento de ser entregada la mercancía al primer transportador. Este término se puede utilizar en cualquier tipo de transporte, incluyendo el multimodal. CIP. ( CARRIAGE AND INSURANCE PAID TO - TRANSPORTE Y SEGUROS PAGADOS HASTA). El vendedor en adición a las obligaciones correspondientes al término CPT, debe obtener cobertura de seguro de transporte hasta el destino y pagar la prima correspondiente. El vendedor se obliga a adquirir la mínima cobertura de seguro para este tipo de transporte previsto. Igualmente, el riesgo del transporte es del comprador. El vendedor debe asumir el costo el trámite de Aduana de exportación. Este término puede ser utilizado para cualquier tipo de transporte. MODALIDADES DE IMPORTACION A continuación encontrará la definición de las diferentes modalidades de importación que contempla el Decreto 1909 de 1.992 y sus modificaciones. 1. IMPORTACION ORDINARIA : Es la introducción de mercancía procedente del extranjero o de zona franca colombiana, al territorio nacional para permanecer en él indefinidamente y en libre disposición, cancelando previamente los tributos aduaneros del caso, y cumpliendo con el procedimiento legal previsto para el efecto. 2. IMPORTACION CON FRANQUICIA : Es aquella importación que, en virtud de tratado, convenio o ley, goza de exención total o parcial de tributos aduaneros y con base en la cual la disposición de la mercancía estará restringida, salvo lo dispuesto en la norma que consagra el beneficio. 3. REIMPORTACION POR PERFECCIONAMIENTO PASIVO : Se define como la importación de mercancía exportada temporalmente para elaboración, reparación o transformación. Causará tributos aduaneros sobre el valor agregado en el exterior, incluidos los gastos complementarios a dichas operaciones, para lo cual se aplicarán las tarifas correspondientes a la subpartida arancelaria del producto terminado que se importa. La mercancía así importada quedará en libre disposición. 4. REIMPORTACION EN EL MISMO ESTADO : Es la importación sin el pago de los tributos aduaneros de la mercancía exportada temporal o definitivamente cuando se encontraba en libre disposición, siempre que no haya sufrido modificación en el extranjero y se establezca plenamente que la mercancía que se reimporta es la misma que se exportó y que se reintegraron los tributos y beneficios obtenidos con la exportación. La mercancía así importada quedará en libre disposición. 5. IMPORTACION EN CUMPLIMIENTO DE GARANTIA : Es la importación sin el pago de los tributos aduaneros de la mercancía que en cumplimiento de una garantía del fabricante o proveedor, se haya reparado en el exterior o reemplace otra que haya resultado averiada, defectuosa o impropia para el fin que fue importada. La mercancía así importada quedará en libre disposición.
  8. 8. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 8 6. IMPORTACION TEMPORAL PARA REEXPORTACION EN EL MISMO ESTADO : La importación temporal se define como la importación con suspensión de tributos aduaneros, de determinadas mercancías destinadas a la reexportación en un plazo señalado, sin haber experimentado modificación alguna, con excepción de la depreciación normal originada en el uso que de ellas se haga, y con base en la cual su disposición quedará restringida. Estas pueden ser de dos clases: a) DE CORTO PLAZO. Cuando la mercancía se importa para atender una necesidad específica que determine su corta permanencia en el país. El plazo máximo de la importación será de 6 mese, prorrogables hasta por 3 meses más. b. DE LARGO PLAZO. Cuando se trata de la importación de bienes de capital, sus accesorios, partes y repuestos siempre que vengan en el mismo embarque. El plazo máximo de esta importación es de 5 años. 7. IMPORTACION TEMPORAL PARA PERFECCIONAMIENTO ACTIVO : Es aquella importación temporal que permite recibir dentro del territorio aduanero colombiano, con suspensión total o parcial de derechos de importación, mercancías destinadas a ser reexportadas parcial o totalmente en un plazo determinado, después de haber sufrido transformación, elaboración o reparación, así como los insumos necesarios para estas operaciones. Bajo este régimen podrán importarse también las maquinarias, equipos, repuestos, y las partes o piezas para fabricarlos en el país, que vayan a ser utilizados en la producción y comercialización, en forma total o parcial, de bienes y servicios destinados a la exportación. 8. IMPORTACION PARA TRANSFORMACION O ENSAMBLE : Es la modalidad bajo la cual se importan mercancías que van a ser sometidas a procesos de transformación o ensamble, por parte de industrias reconocidas como tales por la autoridad competente, y autorizadas para el efecto por la Dirección de Aduanas Nacionales, y con base en la cual su disposición quedará restringida. 9. TRAFICO POSTAL Y ENVIOS URGENTES POR AVION : Es la modalidad por medio de la cual podrán ser objeto de importación por tráfico postal los envíos de correspondencia, los paquetes postales y los envíos urgentes por avión, siempre que su valor no exceda de quinientos ( 500 ) dólares de los Estados Unidos de Norte América y requieran ágil entrega a su destinatario, que no constituyan expediciones comerciales y cuyo peso no exceda veinte (20) kilos, su medida no supere1,50 metros en cualquiera de sus dimensiones, ni 3 metros la suma de la longitud y el mayor contorno 10. ENTREGAS URGENTES : Por medio de esta modalidad, la Dirección de Aduanas Nacionales, podrá autorizar sin trámite previo alguno, la entrega directa al usuario, de determinadas mercancías que así lo requieran, bien sea porque ingresen como auxilio para damnificados de catástrofes o siniestros, por su especial naturaleza o porque respondan a la satisfacción de una necesidad apremiante.
  9. 9. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 9 DIAGRAMA EXPLICATIVO DE LOS PASOS DE UNA IMPORTACION Ordinaria 1. Estudio de mercado y de la factibilidad económica de la importación del producto Productos que no requieren registro sanitario, autorización expresa o inscripción ante alguna entidad Productos que requieren registro sanitario, autorización expresa o inscripción ante alguna entidad 2. Trámite ante la entidad correspondiente del registro sanitario, la autorización o la inscripción 3. Trámite del Registro o Licencia de Importación 3.1 Radicación en ventanilla del INCOMEX de la fotocopia de la C.C. o del NIT. 3.2 Compra en el BANCO DEL ESTADO y diligenciamiento por parte del usuario del formulario de registro o de licencia de importación. Productos que no requieren visto bueno de alguna entidad Productos que o requieren visto bueno de alguna entidad 3.3 Solicitud de Visto Bueno ante la entidad correspondiente. 3.4 Radicación en ventanilla del INCOMEX del formulario de registro o de licencia de importación. 3.5 Aprobación del registro o licencia de importación por parte del INCOMEX. 4. Pago de la importación: Solicitud de apertura de carta de crédito o de giro al INTERMEDIARIO FINANCIERO. Para ello: 4.1 Se diligencia la Declaración de Cambio y se presenta ante el intermediario financiero. 4.2 El Intermediario efectúa el giro de las divisas anticipado o dentro del plazo estipulado. 4.3 Se constituye Depósito, cuando el plazo para el pago de la importación sea superior a 6 meses contados a partir de la fecha del documento de transporte, excepto, si se trata de bienes de capital y si la financiación de la importación tiene un valor inferior a US$5.000. 4.4 Cuando la financiación sea superior a seis (6) meses contados a partir de la fecha del documento de ransporte, se informa al Banco de la República a través del intermediario financiero, diligenciando el formulario No. 16 " Información de Préstamos en Moneda Extranjera Otorgados a Residentes" 5. Se contrata una Sociedad Certificadora que se encarga de la inspección de la mercancía en el país dedespacho, la cual se encargará de expedir el "Certificado de Inspección" ( se requiere para los "productos sensibles". Decreto 567 de 1996 ). 6. El exportador despacha la mercancía hacia puerto colombiano ( una vez se hayaproducido la inspección previa por parte de la Sociedad Certificadora,en caso que se trate de "productos sensibles") 7. Una vez llegue al país, la transportadora elabora Manifiesto de carga para su verificación por parte de la Administración de Aduanas y entrega la mercancía a un depósito
  10. 10. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 10 8. Trámite de Nacionalización de la Mercancía. 8.1 Se compran los formularios " DECLARACION ANDINA DEL VALOR EN ADUANA" y "DECLARACION DE IMPORTACION". 8.2 Se diligencia la Declaración Andina del Valor en Aduana ( Si el valor FOB de la importación es igual o superior a US$5.000 ). 8.3 Se diligencia la Declaración de Importación. Para obtener la base gravable y liquidar los tributos aduaneros, se utiliza la tasa de cambio representativa del mercado que informe la Superintendencia ancaria, para el último día hábil de la semana anterior a la fecha de su presentación en bancos. 8.4 Se presenta la Declaración de Importación en los bancos autorizados y se cancelan los tributos aduaneros, en forma anticipada ( máximo dentro de los 15 días previos a la llegada de la mercancía ) o una vez llege la mercancía. 8.5 Se presenta la Declaración de Importación en el depósito en que se encuentre la mercancía. Los siguientes documentos podrán ser requeridos por el inspector de la DIAN: Registro o Licencia de Importación, Factura Comercial, Documento de Transporte, Certificado de Origen, Certificado de Inspección, Registro o permiso sanitario o de otra índole, Lista de empaque, poder o mandato y Declaración Andina deValor en Aduana 8.6 El empleado del depósito o el funcionario de la Aduana que recibe la declaración captura la información en el Sistema Informático de la DIAN. El sistema informático de la DIAN determina que no se hará inspección El sistema informático de la DIAN indica que requiere inspección. 8.7 El inspector de la Dian efectúa la verificación física de la mercancía y de los documentos que sustentan la importación. 8.8 El empleado del depósito o el funcionario aduanero autorizan el retiro de la mercancía, quedando en libre disposición del importador El importador retira la mercancía del depósito
  11. 11. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 11 PASOS PARA EFECTUAR UNA IMPORTACION ORDINARIA Tal como se puede observar en el diagrama anterior, los pasos que se deben seguir, para llevar a cabo importaciones bajo la modalidad aduanera de Importación Ordinaria, son principalmente: 1. Estudio de mercado y de la factibilidad económica de la importación, 2. Trámite del Registro Sanitario, autorización expresa o inscripción ante alguna entidad, 3. Trámite del Registro o Licencia de Importación, que se resumen en : - Radicación de la cédula de ciudadanía o del Número de Identificación Tributaria (NIT) en las Oficinas Regionales o Seccionales del INCOMEX, - Compra y diligenciamiento del formulario "Registro de Importación - Hoja Principal", - Solicitud de visto Bueno ante la entidad correspondiente, para aquellos productos que así lo requieran, - Radicación del formulario en las Oficinas Regionales o Seccionales del INCOMEX, - Aprobación de la importación por parte del INCOMEX. 4. Pago de la importación ( reembolso ). 5. Se contrata una Sociedad Certificadora que se encarga de la inspección de la mercancía en el país del cual se despacha hacia Colombia, esta Sociedad expedirá el Certificado de Inspección (Se requiere para los "productos sensibles" determinados por el Consejo Superior de Comercio Exterior ). 6. Se despacha la mercancía hasta puerto colombiano 7. Una vez llegue al país, la compañía transportadora elabora Manifiesto de Carga para la verificación de ésta por parte de la Administración de Aduanas. 8. El importador, el Usuario Aduanero Permanente o la Sociedad de Intermediación Aduanera, hace los trámites para efectos de nacionalización de la mercancía, que se resumen en: 8.1 Compra de los formularios: "Declaración Andina de Valor en Aduana" y "Declaración de Importación". 8.2 Diligenciamiento de la Declaración Andina de Valor en Aduana, si el valor de la importación es igual o superior a US$ 5.000.oo. 8.3 Diligenciamiento de la Declaración de Importación, 8.4 Presentación de la Declaración de Importación en los Bancos o entidades financieras autorizados cancelando los tributos aduaneros correspondientes. 8.5 Presentación de la Declaración de Importación, junto con los demás documentos en el depósito de Aduana en que se encuentre la mercancía, 8.6 El empleado del depósito o el funcionario de la Aduana que recibe la declaración captura la información en el Sistema Informático de la Aduana. 8.7 El inspector de la DIAN efectúa verificación física de la mercancía y de los documentos que sustentan la importación. 8.8 El empleado del depósito o el funcionario aduanero autorizan el retiro de la mercancía del depósito, quedando en libre disposición del importador.
  12. 12. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 12 1. ESTUDIO DE MERCADO Y DE LA FACTIBILIDAD ECONOMICA DE UNA IMPORTACION Una vez establecida la necesidad de un producto en el mercado nacional, por factores tales como la escasez o inexistencia, el precio elevado, por un requerimiento específico de calidad, por que se desea introducir algún bien, o por cualquier otro factor, el proceso de importación se inicia con un estudio sobre LA FACTIBILIDAD ECONOMICA DE LA IMPORTACION, que nos permita determinar la viabilidad del proyecto. En este estudio deberemos considerar los siguientes costos: Precio externo del producto: Este precio podrá obtenerse por medio de solicitud de cotización al proveedor. Si el precio suministrado es FOB, deberemos considerar también los costos de los fletes externos y del seguro. Si el precio informado es CIF, incluirá estos costos. Igualmente, en la cotización encontraremos la forma y el plazo de pago, elementos de gran importancia para determinar la viabilidad de la importación. Costos de nacionalización: Su determinación se hace con base en la clasificación arancelaria del producto. Por tanto, de una correcta clasificación de la mercancía depende que los tributos aduaneros (gravamen arancelario e impuesto a las ventas -IVA ), sean valorados con exactitud. Costos administrativos de la importación : Se incurre en ellos cuando para el trámite de la importación se contrata una Sociedad de Intermediación Aduanera .- SIA, así mismo, hacen relación a los costos de mantenimiento de la infraestructura necesaria para adelantar el trámite que requiere una importación. Preferencias Arancelarias: Se debe establecer si el producto por ser originario de un país con el cual Colombia tenga Acuerdo comercial, obtiene preferencia arancelaria. Los países con los cuales se tiene acuerdo comercial vigente son: PRODUCTOS ORIGINARIOS DE LOS SIGUIENTES MERCADOSOBTIENEN EXENCIONES O PREFERENCIAS ARANCELARIAS COMUNIDAD ANDINA PROGRAMA DE LIBRE COMERCIO CON: - VENEZUELA - ECUADOR - BOLIVIA -PERU* ALADI ASOCIACION LATINOAMERICANA DE INTEGRACION 1. Acuerdos de Alcance Parcial con: Brasil- Costa Rica - Cuba - Guatemala - Honduras - El Salvador - Nicaragua - Panamá - Paraguay - Uruguay 2. Acuerdos de Complementación Económica con: Argentina y Chile 3. Acuerdo de Alcance Regional con: Argentina - Brasil - Chile - México - Paraguay - Perú - Uruguay 4. Tratado de Libre Comercio G - 3 entre: Colombia - México y Venezuela 5. Acuerdo sobre Comercio y Cooperación Económica y Técnica con los países del CARICOM * * Se incorpora al área de libre comercio de la Comunidad Andina mediante programa de desgravación hasta el año 2003. Decisión 414/97 ** CARICOM: Mercado Común del Caribe. Son miembros: Antigua y Barbuda, Bahamas ( al cual no se aplica el acuerdo ), Barbados, Bélice, Dominica, Granada, Guyana, Jamaica, Monserrat, San Vicente y Las Granadinas, Santa Lucia y Trinidad y Tobago.
  13. 13. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 13 - Costos financieros: Pueden hacer relación a dos clases: A las comisiones bancarias por concepto de la apertura de la carta de crédito o de los giros y a los costos de la financiación cuando no se cuenta con recursos propios. En el estudio de los costos financieros deberá contarse además, con la investigación acerca del valor de las divisas en el mercado cambiario. - Costos de manejo portuario de la mercancía, bodegaje y de los fletes internos. Una vez determinada la Factilidad económica de la importación, bien sea con presupuesto propio o contando con la financiación de algún intermediario financiero, y establecidos los términos de la negociación con el vendedor; se inicia con los pasos que se describen a continuación: 2. TRAMITE DEL REGISTRO SANITARIO, AUTORIZACION EXPRESA O INSCRIPCION ANTE ALGUNA ENTIDAD La importación de ciertos productos requerirá la inscripción del importador ante alguna entidad o la expedición de permisos o autorizaciones expresas de alguna entidad, es el caso de: ENTIDAD REQUISITOS PRODUCTOS INSTITUTO 1. Inscripción como importador Material Vegetal 2. Los indicados en el Manual de requisitos para la introducción de material vegetal a Colombia COLOMBIANO 1. Inscripción como importador Productos de Origen Animal 2. Permiso Zoosanitario Animales vivos y productos de origen animal leche deshidratada y lactoremplazadores, material biológico para el diagnostico de enfermedades de los animales domésticos AGROPECUAR IO 1. Inscripción como importador Insumos Agropecuarios ó productor Bioinsumos y productos afines, abonos y fertilizantes 2. Registro de venta o de uso Acondicionadores del suelo y productos afines, plaguicidas
  14. 14. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 14 (Licencia de venta o concepto de Químicos, reguladores de uso agrícola. Insumos según el caso ). INPA. Inst. Nal de Pesca y Acuicult. Inscripción como importador Peces, moluscos y crustaceos vivos o muertos INVIMA. INSTITUTO NACIONAL DE VIGILANCIA DE ALIMENTOS Y MEDICAMENT OS Registro Sanitario Medicamentos, alimentos,cosméticos, elementos y equipos para la administración de medicamentos, suturas y materiales de curación, productos biológicos,sustancias en vivo para de curación, productos biológicos,sustancias en vivo para el diagnostico en medicina humana, toallas sanitarias y similares, desodorantes ambientales, productos de aseo y plaguicidas de uso domestico. Bebidas alcohólicas MINISTERIO DE AGRICULTURA Convenio de Absorción Dcto 2439/94 y sus Modificaciones. Ver anexo 2 MINISTERIO DE MINAS 1. Inscripción como importador 2. Certificación de Calidad Combustibles derivados del petróleo MINISTERIO DE TRANSPORTE 1. Inscripción como importador 2. Ficha Técnica de homologación Vehículos Automoviles, carrocerías, remolques y semiremolques destinados a: 1-Servicio Público para transporte de pasajeros 2- Servicio público y privado de Carga 3- Vehículos especiales de la partida 87,05 MINISTERIO DEL MEDIO AMBIENTE Certificado del CITES Certif.del fabricante, distribuidor o proveedor, que su producción u operación no requiere sustancias agotadoras de la capa de ozono. Certificado de Especies de la fauna y flora silvestres en vías de extinción. Refrigeradores, congeladores y combinación de Refrigeradores- congeladores de uso doméstico. Vehículos y material CKD para
  15. 15. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 15 emisiones por prueba dinámica emsamble de Vehículos modelo 1999 SUPERINTEND ENCIA DE INDUSTRIA Y COMERCIO Certificado de conformidad con la norma técnica Colombiana Ver Anexo 3 SUPERINTEND ENCIA DE VIGILANCIA Y SEGURIDAD PRIVADA Certificado de Registro de la entidad Equipos de espionaje, contraespionaje, equipos de detección y alarma, circuito cerrado de T.V, defensa personal. Los productos de origen vegetal requieren el cumplimiento de una serie de requisitos, que el importador debe tener especial cuidado de cumplir en el momento de la introducción de los bienes y que están estipulados en el MANUAL DE INSTRUCCIONES del ICA. Por tanto, aunque para el trámite del registro no se requiera permiso del ICA para algunos productos, el importador deberá informarse debidamente para dar cumplimiento a esos requisitos cuando le despachen productos de origen vegetal. Los números de las Tarjetas de Inscripción, Ficha Técnica de homologación, Registros Sanitarios, Permisos del ICA, Certificados de Conformidad con la Norma Técnica Colombiana y similares, y sus fechas de expedición y expiración deben indicarse en la casilla 17 del formulario de registro de importación, a continuación de la descripción de la mercancía. .3. REGISTRO DE LA IMPORTACION ANTE INCOMEX Con el cumplimiento de este paso el importador obtiene la autorización para efectuar la importación de los bienes que descritos en el formulario. De acuerdo a la resolución 001 de 1.995 del Consejo Superior de Comercio Exterior ( CSCE ): "En una misma solicitud de registro o licencia de importación podrán incluirse unicamente artículos que correspondan al mismo régimen de importación" y se diligenciará por el valor FOB o FCA. En caso que la negociación sea CFI, CFR, CIP O CPT, se diligenciará desglosando los costos del seguro y de los fletes correspondientes. Teniendo en cuenta las consideraciones dadas con anterioridad, el importador podrá proceder a : 3.1 Radicación de la c.c. o del nit ante el INCOMEX Se diligencia un formato para radicación del NIT (se entrega en forma gratuita en el INCOMEX), se le adjunta fotocopia de la cédula de ciudadanía o del NIT, y se radica en la ventanilla de la Oficina Regional o Seccional del INCOMEX. Para darle claridad al desarrollo de la actividad comercial, es conveniente recordar que el Código de Comercio establece, para toda persona ( natural o jurídica ) que desarrolle actividades mercantiles de forma permanente, la obligación de matricularse en el registro mercantil que se lleva en las Cámaras de Comercio y contar con el NIT asignado por el Ministerio de Hacienda. 3.2 Compra y diligenciamiento del formulario "REGISTRO DE IMPORTACION - Hoja Principal, código 100" Este formulario tiene un valor de VEINTIUN MIL QUINIENTOS PESOS ($21.500..oo).
  16. 16. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 16 En el evento en que el espacio de la casilla 17 del formulario, sea insuficiente para la descripción de la mercancía o para la inclusión de determinada cantidad de productos, se podrá adquirir el formulario REGISTRO DE IMPORTACION - Hoja principal adicional, código 105. En el caso de que se agrupen productos de idéntica posición arancelaria y unidad comercial en la Hoja principal, y se indique en la casilla "Valor Unitario" la palabra varios, se requerirá el formulario "REGISTRO DE IMPORTACION - Hoja Descriptiva, código 110", para que en éste se desagregue y se amplíe la descripción de las mercancías indicando para cada producto su precio unitario. Así mismo, cuando se trate de productos de la misma posición arancelaria y naturaleza similar, pero con elementos diferentes (modelo, referencias u otras características) podrá utilizarse la Hoja Descriptiva para indicarlos, bien tengan precios diferentes o iguales. Las Hojas Principal Adicional y la Descriptiva tienen el mismo valor de la Hoja principal. Para el diligenciamiento del registro se siguen las instrucciones dadas en el formulario respectivo, y lo dispuesto en de la Resolución 001 de 1.995 del CSCE y las Circulares que expide el INCOMEX para tal efecto. En seguida se amplían esas instrucciones para el diligenciamiento de algunas casillas: CASILLA 5 - DETERMINACION DEL REGIMEN: De las aproximadamente 6.700 subpartidas vigentes en Colombia apenas 101 se encuentran en Licencia previa, estas son: Subpartida Texto según Arancel de aduanas 02.07.13.00.00 Trozos y despojos de gallo o gallina, frescos o refrigerados * 02.07.14.00.00 Trozos y despojos de gallo o gallina, congelados * 02.07.26.00.00 Trozos y despojos de pavo, frescos o refrigerados * 02.07.27.00.00 Trozos y despojos de pavo, congelados * 02.07.35.00.00 Trozos y despojos de pato, ganso o pintada, frescos o refrigerados 02.07.36.00.00 Trozos y despojos de pato, ganso o pintada, congelados 28.04.70.10.00 Fósforo rojo o amorfo 28.06.10.00.00 Cloruro de hidrógeno (Acido clorhídrico) 28.07.00.10.00 Acido sulfúrico 28.07.00.20.00 Oleum (Acido sulfúrico fumante) 28.14.10.00.00 Amoniaco anhidro 28.14.20.00.00 Amoniaco en disolución acuosa 28.29.19.10.00 Clorato de potasio 28.36.20.00.00 Carbonato de disodio 28.41.61.00.00 Permanganato de potasio 29.01.10.00.00 Hidrocarburos acíclicos saturados 29.02.30.00.00 Tolueno
  17. 17. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 17 29.03.13.00.00 Cloroformo ( Triclorometano ) 29.03.46.00.00 Bromoclorodifluorometano, bromotriflurometano y dibromotetrafluoretanos 29.03.62.10.00 Hexaclorobenceno 29.03.62.20.00 DDT (1,1,1-Tricloro-2,2 bis (p-clorofenil)etano) 29.04.20.10.00 Dinitrotolueno 29.04.20.20.00 Trinitrotolueno (TNT) 29.05.11.00.00 Metanol ( Alcohol metílico ) 29.05.12.20.00 Alcohol Isopropílico 29.05.13.00.00 Butan-1-ol (alcohol-n-butìlico) 29.09.11.00.00 Eter dietílico ( óxido de dietilo ) 29.14.11.00.00 Acetona 29.14.12.00.00 Butanona ( Metiletilcetona ) 29.14.13.00.00 4-Metilpentan-2-ona ( Metilisobutilcetona) 29.14.40.10.00 4-Hidroxi-4-metilpentan-2-ona(diacetona alcohol) 29.15.24.00.00 Anhídrido Acético 29.15.31.00.00 Acetato de etilo 29.15.33.00.00 Acetato de N-Butilo 29.15.34.00.00 Acetato de Isobutilo 29.15.39.20.00 Acetatos de Propilo y de Isopropilo 29.18.90.90.90 Dms. ácidos carboxílicos con funciones oxigenadas suplement. y sus anhidridos 29.20.90.10.00 Nitroglicerina ( Nitroglicerol ) 29.20.90.20.00 Pentrita ( Tetranitropentaeritritol ) 29.24.29.40.00 Propanil (ISO) 29.33.51.00.00 Malonilúrea ( Acido barbitúrico ) y sus derivados, sales de estos productos 29.39.10.00.00 Alcaloides del opio y sus derivados, sales de estos productos 29.39.90.10.00 Escopolamina, sus sales y derivados 29.39.90.20.00 Cocaina, sus sales y derivados 29.41.40.00.00 Cloranfenicol y sus derivados; sales de estos productos 30.02.10.31.00 Plasma humano y demás fracciones de la sangre humana 31.02.30.00.00 Nitrato de amonio, incluso en disolución acuosa 36.01.00.00.00 Pólvoras 36.02.00.11.00 Dinamitas
  18. 18. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 18 36.02.00.19.00 Los demás explosivos a base de derivados nitrados orgánicos 36.02.00.20.00 Explosivos a base de nitrato de amonio 36.02.00.90.00 Demás explosivos preparados, excepto la pólvora 36.03.00.10.00 Mechas de seguridad 36.03.00.20.00 Cordones detonantes 36.03.00.30.00 Cebos 36.03.00.40.00 Cápsulas fulminantes 36.03.00.50.00 Inflamadores 36.03.00.60.00 Detonadores eléctricos 36.04.90.00.00 Cohetes de señales o granífugos y similares, petardos y demás artículos de pirotecnia 36.06.90.10.00 Ferrocerio y demás aleaciones pirofóricas en cualquier forma 36.06.90.90.00 Demás artículos de materias inflamables a que se refiere la Nota 2 del capítulo 38.14.00.00.00 Disolventes o diluyentes orgánicos compuestos, no expresados ni compr. en otras partidas 39.12.20.10.00 Colodiones y dms. disoluciones y dispersiones ( emulsiones o suspensiones) 39.12.20.90.00 Demás nitratos de celulosa 40.12.10.00.00 Neumáticos (llantas neumáticas) recauchutados 40.12.20.00.00 Neumáticos (llantas neumáticas) de caucho usados 40.12.90.10.00 Protectores ( Flaps ) de caucho 40.12.90.20.00 Bandajes (llantas) macizos de caucho para neumáticos 40.12.90.30.00 Bandajes (llantas) huecos de caucho para neumáticos 40.12.90.40.00 Bandas de rodadura intercambiables para neumáticos 63.09.00.00.00 Artículos de prendería 63.10.10.00.00 Trapos,cordeles,cuerdas y cordajes, d mat tex, en desperd o en art. inserv Clasificados 63.10.90.00.00 Dms. trapos, cordeles, cuerdas y cordajes de materias textiles en desperdicios... 87.10.00.00.00 Tanques y dms veh automóviles blindados de combate, incl con armamento; partes 88.05.10.00.00 Apar y dispos para lanzamiento aeronaves y ptes; para aterrizaje en portaaviones.... 89.06.00.10.00 Barcos de guerra 93.01.00.00.00 Armas de guerra, excepto revólveres, pistolas y armas blancas 93.02.00.00.00 Revólveres y pistolas, excepto los de las partidas 93.03 ó 93.04
  19. 19. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 19 93.03.10.00.00 Armas de avancarga 93.03.20.00.00 Dms armas largas d caza o tiro deportivo, tengan por lo menos un cañon ánima lisa 93.03.30.00.00 Dms armas largas de caza o tiro deportivo 93.03.90.00.00 Dms. armas de fuego y artefactos simil. q utilicen la deflagración d la pólvora... 93.04.00.10.00 Dms. armas de aire comprimido 93.04.00.90.00 Dms. armas excepto los de la partida 93.07 93.05.10.00.00 Partes y accesorios de revólveres o pistolas 93.05.21.00.00 Cañones de ánima lisa 93.05.29.00.00 Demás partes y accesorios de armas largas de la partida 93.03 93.05.90.10.00 Partes y accesorios de armas de guerra de la partida 93.01 93.05.90.90.00 Dms. partes y accesorios d artículos d las partidas 93.01 a 93.04 93.06.10.10.00 Cartuchos para pistolas de remachar o de matarife 93.06.10.90.00 Partes de cartuchos para pistolas de remachar o matarife 93.06.21.00.00 Cartuchos para armas largas con cañón de ánima lisa 93.06.29.10.00 Balines para armas de aire comprimido 93.06.29.90.00 Dms. partes de cartuchos para armas largas con cañón de ánima lisa 93.06.30.10.00 Dms. cartuchos 93.06.30.90.00 Partes para demás cartuchos 93.06.90.11.00 Municiones y proyectiles para armas de guerra 93.06.90.12.00 Arpones para lanzaarpones 93.06.90.19.00 Dms. municiones y proyectiles 93.06.90.90.00 Partes de demás municiones y proyectiles 93.07.00.00.00 Sables, espadas, bayonetas, lanzas y dms. armas blancas, sus partes y fundas * Se aplica el régimen de previa con excepción de las importaciones provenientes de los países miembros del Acuerdo de Cartagena. Así mismo, la Resolución 001 de enero 2 de 1.995 del CSCE estableció en el artículo 21 que las siguientes solicitudes de importación son del régimen de licencia previa: a. Las solicitudes del régimen de libre que sean no reembolsables, b. Aquellas en que se solicite exención de derechos de aduana, c. Las solicitudes que amparen bienes usados, imperfectos o saldos ( mercancía cuyo año de fabricación sea anterior al de presentación de la solicitud de importación, en el caso de vehículos terrestres aquellos cuyo modelo sea anterior al año en que se radica la solicitud ), d. Las solicitudes que utilicen el sistema de licencias anuales, y e. Aquellas presentadas por las entidades oficiales con excepción de las de gasolina y úrea. CASILLA 8 - ADUANA: Se debe indicar la Administración de Aduana por la cual se va a hacer el trámite de la Declaración de la importación. Los productos clasificables por los capítulos 50 a 63 del
  20. 20. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 20 Arancel de Aduanas únicamente podrán importarse por las Administraciones de Bogotá, Barranquilla, Buenaventura, Cali, Cartagena, Cúcuta, Ipiales, Medellín y San Andrés, con exclusión de los productos clasificables por las siguientes partidas: 50.01 50.02 50.03 51.01 51.02 51.03 51.04 51.05 52.01 52.02 52.03 52.04 53.01 53.02 53.03 53.04 53.05 54.01 54.04 54.05 55.01 55.02 55.03 55.04 55.05 55.06 55.07 55.08 59.11 De igual manera, los bienes no producidos en la subregión andina que se importen con fundamento en la Ley 218 de 1.995 con destino a los municipios afectados por la avalancha del Río Paéz, sólo podrán introducirse por los terminales de los puertos marítimos de Buenaventura y Cartagena, y los aeropuertos Alfonso Bonilla Aragón de Cali y El Dorado de Santafé de Bogotá. CASILLA 11 - PUERTO DE EMBARQUE: Pueden anotarse TRES puertos de embarque si la vía es marítima, si es aérea puede hacerse la anotación "CUALQUIER PUERTO AEREO" en caso de que no se haya determinado, esa indicación se leerá con respecto al país de compra ( es decir, el puerto deberá corresponder al país de compra ). CASILLA 13 - CLASE Y CONDICIONES DE REEMBOLSO: En esta casilla es indispensable, cuando se trate de una operación, reembolsable expresar claramente la forma y plazo de pago de la importación. Por ejemplo: - GIRO DIRECTO . PAGO ANTICIPADO DEL 100% - CARTA DE CREDITO . REEMBOLSO DENTRO DE LOS 6 MESES CONTADOS A PARTIR DE LA FECHA DE LA GUIA AEREA. - GIRO DIRECTO . REEMBOLSO DENTRO DE LOS 6 MESES CONTADOS A PARTIR DE LA FECHA DEL CONOCIMIENTO DE EMBARQUE. - GIRO DIRECTO, PAGO ANTICIPADO DEL 50% . SALDO CON CARTA DE CREDITO REEMBOLSABLE DENTRO DE LOS 6 MESES CONTADOS A PARTIR DE LA FECHA DE LA CARTA DE PORTE. - CARTA DE CREDITO O GIRO DIRECTO REEMBOLSABLE DENTRO DE LOS TRES AÑOS SIGUIENTES A A LA FECHA DEL DOCUMENTO DE TRANSPORTE ( INFORMANDO DEL HECHO AL BANCO DE LA REPUBLICA Y CONSTITUYENDO EL DEPOSITO CORRESPONDIENTE , DENTRO DE LOS 180 DIAS SIGUIENTES A LA FECHA DEL DOCUMENTO DE TRANSPORTE.) VER " DIAGRAMA " PASOS DE UNA IMPORTACION" NUMERAL 4. En el caso de las importaciones no reembolsables, deberá indicarse el motivo por el cual no se efectúa giro al exterior de acuerdo a los conceptos autorizados para ello en el Artículo 24 de la Resolución 001 de 1.995 del CSCE. Por ejemplo: - NO REEMBOLSABLE. IMPORTACION DE BIENES EN SUSTITUCION DE MERCANCIAS IMPERFECTAS O DEFECTUOSAS A TITULO DE GARANTIA OTORGADA POR EL FABRICANTE O VENDEDOR, SEGUN ARTICULO 24 NUMERAL 6o.DE LA RESOLUCION 001/95 DEL CSCE. - NO REEMBOLSABLE. IMPORTACION DE BIENES COMO INVERSION DE CAPITAL EXTRANJERO, SEGUN ARTICULO 24, NUMERAL 1 DE LA RESOLUCION 001/95 DEL CSCE. Los plazos indicados en esta casilla deben sujetarse a las disposiciones que sobre la materia dicte la Junta Directiva del Banco de la República.
  21. 21. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 21 CASILLA 17 - DESCRIPCION DE LA MERCANCIA: La descripción de la mercancía es un concepto fundamental en la autorización de una importación, por lo que su diligenciamiento requerirá de sumo cuidado. Verifique entonces, que aporte los siguientes elementos, la falta de uno de ellos podrá ser motivo de devolución de su solicitud: * Si va a solicitar exención de Derechos de Aduana, ( en consideración a que existe la norma que la autoriza ya sea por el tipo de producto, por la actividad de la persona jurídica que efectúe la importación, o por algún otro concepto, como es el caso de las exenciones otorgadas con el objeto de promover el desarrollo económico y social de determinadas zonas del país, Decreto 255 / 92, Leyes 191 y 218 de 1.995 ), indique la norma, el artículo y el literal o numeral que otorga la exención correspondiente. * Transcripción del texto correspondiente a la posición arancelaria, según el Arancel de Aduanas. * Si se trata de mercancía usada, imperfecta o saldos, indíquelo e informe el año de fabricación y su valor cuando nueva. * Descripción específica del bien que aporte suficiente información para permitir su plena identificación. Tal identificación incluye, entre otros, lo siguientes elementos: Nombre comercial y técnico o científico, marca, modelo, material de construcción, uso y características técnicas. La descripción deberá contener las características requeridas, para una adecuada clasificación arancelaria. * Si el producto requiere DESCRIPCION MINIMA, indique todas las características establecidas en la resolución que para ese efecto haya expedido el INCOMEX. * Cuando la importación hace referencia a material vegetal o agentes biológicos benéficos para la agricultura, deberá escribirse la leyenda "para nacionalizar requiere cumplir los requisitos sanitarios exigidos por el ICA". Excepto para los productos mencionados en las resoluciones de la JUNAC. Nos 431 y 451 de 1997 ( ajo, algodón, arroz, banano/cambur/plátano, cebolla de bulbo, citrus/cítricos, mango, melón, papa, rosal,sandía/patilla, soya, tomate, uva/vid, batata/camote, cacao, café, cebada, clavel, crisantemo/pompom, durazno/melocotón, espárrago comestible y ornamental, frejol/fríjol/habichuela/poroto/caraotas, fresa, garbanzo, lenteja, maíz, maní, manzano, piña y trigo ), para los cuales se exige permiso fitosanitario. * Si por su origen (Comunidad Andina, Aladi, G-3, etc) el producto obtiene alguna preferencia arancelaria, infórmese del texto que según la norma debe anotar. CASILLA 25. SALVEDAD DE ERROR: Se debe proceder borrando la información incorrecta, en el original y todas las copias, y escribiendo sobre el espacio borrado la información correcta. En este caso la salvedad confirmará lo anotado así: leáse casilla __; "información correcta". Tenga especial cuidado en colocar el papel carbón antes de escribir las correcciones, pues no se puede escribir directamente un texto en las copias del formulario. NOTA: No se admite salvedad de error en las casillas 17 y 19. Circular Externa 155 / 97 VALORES UNITARIOS Y TOTALES POR ITEM: Estos valores deben ser FOB o FCA, en caso de tratarse de una negociación CIF, CFR, CIP O CPT los costos del seguro y el flete se discriminan a continuación de los valores totales por ítem. De igual manera, debe indicarse los valores correspondientes a otros gastos cuando no estén incluidos en el precio de la mercancía. 3.3 SOLICITUD DE VISTOS BUENOS: Las solicitudes de vistos buenos se hacen ante las entidades que se mencionan a continuación, ellas refrendan con firma y sello sobre la casilla correspondiente del formulario de registro de importación (casilla 18). En el cuadro que encuentra a continuación se resumen los principales:
  22. 22. Guía para importar en Colombia 29 / 02 /2014 2013 / 05 /29 22 ENTIDAD PRODUCTOS AERONAUTICA CIVIL 1- Aeronaves con un peso bruto máximo de operación superior a 363,000 Kls 2- Aeronaves de versión militar 3- Aeronaves cuyo año de fabricación sea anterior a 1960 INSTITUTO NACIONAL DE PESCA Y ACUICULTURA INPA. Peces, moluscos y crustaceos vivos o muertos INSTITUTO COLOMBIANO AGROPECUARIO ICA. Materias primas para la producción de medicamentos veterinarios, fertilizantes, abonos, plagicidas, Acondicionadores de suelos y similares INSTITUTO NACIONAL DE VIGILANCIA DE MEDICAMENTOS Y ALIMENTOS INVIMA. 1- Materias primas para la producción de medicamentos, alimentos, cosmeticos y demás productos de consumo humano o de uso doméstico. 2- Productos alimenticios que requieran algún proceso para alistarlos para consumo humano 3- Bebidas Alcohólicas INSTITUTO DE CIENCIAS NUCLEARES Y ENERGIAS ALTERNATIVAS Material Radioactivo INDUSTRIA MILITAR Armas, municiones y explosivos. Ver anexo 4 MINISTERIO DE AGRICULTURA Arroz. Excepto de Ecuador y Bolivia Requieren de visto bueno los productos que se mencionan en el Decreto 2439 de 1994.Ver Anexo 2 MINISTERIO DEL MEDIO AMBIENTE Especies de la fauna y flora silvestres en vías de extinción incluidas en el anexo al CITES. Refrigeradores, congeladores y combinación de Refrigeradores - congeladores de uso doméstico Vehículos y material CKD para ensamble de Vehículos modelo 1999. 3.4 Radicación del formulario de registro de importación: Los formularios se presentan en las Oficinas Regionales o Seccionales, adjuntando cuando sea el caso, copias de los documentos que se mencionan en el siguiente numeral. Igualmente, cuando se trata trámite de solicitudes por régimen de previa, se deben anexar los documentos que justifiquen la exención o el no reembolso. Una vez asignado el número de radicación, el usuario recibe una ficha con la que podrá reclamarlo 24 horas después, tiempo que toman las Oficinas Regionales o Seccionales del INCOMEX para su revisión y aprobación, siempre que lo encuentren ajustado a las normas.